Descritivo do Projeto
Orquestra Studio
Três agentes de código, um pedido. O Orquestra planeja, divide em tarefas, roda as independentes em paralelo, cada uma na sua cópia do Git, testa, pede a revisão a um agente de outro fornecedor e integra uma de cada vez. Quem aprova o plano e a entrega é a pessoa.
- Papel
- Autor, projeto pessoal
- Período
- out/2026
- Situação
- em andamento
- LLMs e agentes
- Node.js
- React
- TypeScript
- Vite
- Git worktrees
- Playwright
- Codex
- Claude Code
- Antigravity

Evidências
Ciclo completo com as três CLIs reais: 4 tarefas, 10 chamadas, 0 falhas
Validação de 19/10/2026 num repositório de teste: o Codex planeja, o Claude Code implementa e o Antigravity revisa; quatro integrações com os testes depois de cada uma, e 18 de 18 testes na entrega. Uma revisão pediu ajustes, e a segunda aprovou.
Medido.
Paralelização de 1,38× com três tarefas
Validação ao vivo de 20/10/2026, com 2 tarefas independentes e 1 dependente: 6 sessões reais e 8 de 8 verificações. O tempo somado dos agentes dividido pelo tempo de relógio, num projeto de teste pequeno.
Medido.
121 testes automáticos passando
Rodados em 30/10/2026 na base 0.7.1: unidade e integração com Git real, comandos de teste reais e agentes simulados, sem credencial nem cota.
Medido.
O problema
Quem usa mais de um agente de código alterna entre terminais, copia contexto à mão e não tem como mostrar que o resultado foi testado e revisado. Em projetos maiores, a divisão do trabalho, a ordem, o paralelismo e a integração ficam na cabeça de quem opera.
O Orquestra Studio passa isso para o código: um painel local que trata os agentes como executores, planejadores e revisores, e deixa com a pessoa as duas decisões que importam, o plano e a entrega.
As travas no código
O que pode dar errado com um agente editando arquivos fica preso no código, não no prompt:
- os testes rodam na base antes de qualquer agente, e uma base quebrada para a execução sem gastar cota;
- a tentativa que altera
.env, chaves ou certificados é descartada antes do commit; - agentes e testes rodam sem as variáveis de ambiente com cara de segredo;
- o planejador e os revisores só leem, e os comandos ficam bloqueados até a pessoa permitir;
- o serviço escuta só em 127.0.0.1 e recusa outras origens;
- o Orquestra só cria e apaga branches
orquestra/*, e a branch da pessoa só muda quando ela aplica.
Quando um agente fica sem cota, sem login ou sem rede, a função passa para o próximo da fila, e o motivo de cada escolha de modelo fica registrado na sessão.
Na tela

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Como funciona
Como numa partitura, cada tarefa tem a sua faixa: sai da linha da integração, passa pelos testes e pela revisão, e só então volta a ela.
- Plano
O planejador lê um retrato da pasta, sem .env nem chaves, e devolve tarefas em JSON; o código valida as dependências, e a pessoa aprova.
JSON - Cópias
Cada tarefa pronta ganha uma worktree e uma branch próprias; tarefas com arquivos em comum não rodam juntas.
Gitaté 4 em paralelo - Testes
O implementador altera os arquivos e o Orquestra roda os testes do projeto; se falham, a saída volta ao implementador.
npm test - Revisão
Um agente de outro fornecedor lê o diff e a conferência automática, e termina com APROVADO ou AJUSTES.
- Integração
Só a tarefa aprovada entra, uma de cada vez, com os testes depois de cada merge.
merge --no-ff - Entrega
Os testes rodam na integração completa; a branch da pessoa só muda quando ela abre as alterações e aplica.
O modelo entra em pontos definidos, e o que ele devolve é validado: estados, escalonamento, isolamento, testes e integração são código. Ao lado, uma tarefa do plano como o planejador a entrega.
Nenhuma tarefa fica pronta porque o agente disse. O revisor nunca é do fornecedor de quem implementou, e sem revisor disponível a tarefa para.
{
"id": "juntar",
"title": "Juntar as mensagens",
"dependsOn": ["ola", "tchau"],
"files": ["juntar.txt"],
"acceptance": ["juntar.txt existe"]
}Decisões
Em vez de: Um framework multiagente em que o modelo conduz o fluxo.
Custo aceito: Mais código próprio para estados, escalonamento e integração.
Em vez de: Agentes editando a mesma pasta ao mesmo tempo.
Custo aceito: Exige um repositório com pelo menos um commit; no Windows, nomes curtos para fugir do limite de caminho do Git.
Em vez de: O mesmo agente conferindo o próprio trabalho.
Custo aceito: Uma chamada a mais por tarefa, e a tarefa para quando nenhum revisor está disponível.
Em vez de: Juntar tudo no fim e resolver os conflitos de uma vez.
Custo aceito: A integração vira fila, com os testes depois de cada merge.
Em vez de: Chamar as APIs e pagar por token.
Custo aceito: Depende da cota de cada plano; quando uma acaba, a função passa para o próximo agente da fila.
Em vez de: Preencher com estimativa o que a CLI não informa.
Custo aceito: Telas com lacunas declaradas; o equivalente em API só aparece com um preço cadastrado, com fonte e data.
Como foi construído
- 19/10As três CLIs reais
O demo vira execução real pelo Codex, pelo Claude Code e pelo Antigravity, com a escolha de modelo por função.
- 19/10O modo projeto
Plano validado, tarefas com dependências, worktrees em paralelo, revisão cruzada e integração em fila.
- 19/10A primeira execução real
Quatro tarefas, 10 chamadas e nenhuma falha; os agentes reais revelam 5 defeitos que os simulados não mostravam.
- 19/10A revisão externa
Dois pareceres independentes, cada afirmação conferida no código antes de aceitar; 6 estavam erradas ou imprecisas.
- 20/10A versão 0.7.1
A segunda rodada de revisão e a validação ao vivo com as três CLIs, com 8 de 8 verificações.
Projetei e construí dirigindo o Claude Code e o Codex, com os testes e as revisões como portão. Cada defeito visto ao vivo ficou registrado no plano de testes, com a correção e o teste que o cobre.
Hoje e a seguir
Hoje
A base 0.7.1 roda no meu computador com as três CLIs. O Orquestra continua mudando; esta página descreve o ciclo principal, que é o que já foi validado ao vivo.
A seguir
- Uma execução de ponta a ponta num projeto real, do plano ao aplicar.
- Validar ao vivo o modo avançado, com o analista que faz perguntas, o revisor de segurança e um conflito real resolvido na integração.
- Rotular de 30 a 50 revisões reais para medir quanto o revisor acerta, antes de mexer no prompt dele.
As imagens são da interface rodando com o projeto sintético dos testes, com um agente simulado no lugar das CLIs: os nomes de modelo que aparecem nelas vêm do catálogo, não de uma execução real.